Setembro Amarelo na Praça Conde de Prados: Um Encontro de Empatia e Prevenção

Por Raquel Lívea e Thiago Oliveira

No último sábado, dia 13 de setembro, a Praça Conde de Prados tornou palco de um importante momento de reflexão e cuidado coletivo. Em alusão ao setembro Amarelo, o Instituto Rafaela Drummond promoveu um evento voltado à conscientização sobre a saúde mental e à prevenção do suicídio.

A iniciativa buscou dar visibilidade ao sofrimento psíquico, muitas vezes silenciado, e incentivar as pessoas a procurem ajuda quando enfrentam conflitos emocionais. O evento contou com a participação dos estagiários de Psicologia da UNIPAC Barbacena, dos estágios em Psicologia Escolar e  Orientação Profissional, sob supervisão da professora Rúbia Dias, que ofereceram escuta, informações e atividades de sensibilização ao público presente.

Com a participação do curso de Psicologia da UNIPAC Barbacena e da Arquidiocese de Mariana, o encontro trouxe à tona a necessária discussão sobre prevenção ao suicídio. Quem passou pela praça pôde assistir à palestra “Mitos e Verdades sobre o Suicídio”, ministrada pela psicóloga Drielly, que desmistificou tabus e trouxe informações essenciais sobre o tema. Também marcou presença o Padre Eraldo, da Paróquia da Penha, que emocionou a todos com palavras de acolhimento e esperança, reforçando a importância de olhar para o sofrimento psíquico com sensibilidade. Para tornar o ambiente ainda mais receptivo e inspirador, o evento contou com o apoio musical do DJ Juruna, que ajudou a criar um clima de solidariedade e proximidade, tornando a experiência mais leve e acolhedora.

O Instituto Rafaela Drummond leva o nome de Rafaela, que após vivenciar um período de intenso sofrimento emocional, teve sua vida interrompida. Sua história, embora delicada, nos lembra da urgência de  falar sobre saúde mental de forma responsável e acolhedora, criando redes de apoio que possam prevenir que outras vidas se percam.

Eventos como este são fundamentais para estimular diálogos abertos com a comunidade, quebrar estigmas e reforçar que pedir ajuda é um ato de coragem. Participar dessas iniciativas é uma forma de fortalecer a rede de apoio, ampliar o conhecimento sobre saúde mental e contribuir para uma sociedade mais empática e preparada para acolher quem sofre. Falar sobre saúde mental é também falar sobre dignidade, direitos e promoção de qualidade de vida. Quanto mais construirmos espaços de escuta e empatia, maiores serão as possibilidades de prevenção e de fortalecimento de vínculos sociais.

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Carla
Carla
3 meses atrás

Que interessante essa matéria que acabei de ler, até compartilhei no meu Facebook.

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